Uma das teses que circulam na cidade: a separação de Dário e Rose Berger seria pró-forma. Preocupado com o processo que pede sua cassação, o acusando de prefeito itinerante, afasta-se da mulher porque uma das interpretações jurídicas apontam para uma nova eleição caso ele seja cassado. Rose entraria na disputa, mas somente se estivesse separada do prefeito. Isto é, o segundo colocado poderia não assumir imediatamente, dependendo da interpretação. É esperar pra ver. Mas a verdade é que Dário estaria mesmo muito preocupado.
Rose já estaria mapeada para disputar uma vaga na Assembléia Legislativa, pelo PMDB, em 2010.
Somos uma sociedade do medo?
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Vai-se consolidando a ideia de que temos por aqui um tipo de poder
imensamente personalista e imune a qualquer suspeita. Fernando Schüler para
o Estadão:...
Há 11 horas


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