Ele foi membro do alto escalão governamental e entregou o cargo após as denúncias de pagamento de "mesada" por parte do PT a parlamentares, em troca de apoio. O ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, estará em Florianópolis essa semana para falar, ironicamente, sobre “a prática de vida como exemplo das mudanças que gostaríamos de ver no Brasil e no mundo”. O princípio defendido por Mahatma Ghandi é o tema do 11º Congresso Estadual dos Trabalhadores no Comércio, promovido pela FECESC nos dias 22,23 e 24 de abril, em Florianópolis. O encontro, que elege e empossa a nova diretoria da federação, contará também com a presença do secretário de Relações Internacionais da CUT Nacional, João Felício, da senadora Ideli Salvatti (PT) e do deputado federal Cláudio Vignatti (PT).
Histórico do mensalão
No dia 30 de março de 2006, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF), quarenta supostos participantes do esquema do mensalão. O procurador indiciou por crimes graves, como corrupção ativa, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e peculato os ex-ministros mais importantes do governo, José Dirceu (Casa Civil) e Luiz Gushiken (Comunicação Estratégica). Os três últimos foram afastados da direção do Partido dos Trabalhadores em decorrência do escândalo, enquanto Dirceu saiu do governo federal por ser insustentável a sua permanência na Casa Civil, pressão esta exercida pelo escândalo em que estava envolvido. O relator do caso no Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa (nomeado por Lula), atribuiu a liderança no esquema do "mensalão" a José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares e Sílvio Pereira. Até agora, não há nenhuma confirmação sobre a condenação de algum dos denunciados.
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