Mais de dois anos depois de chocar Florianópolis, a Operação Moeda Verde, da Polícia Federal, promete ter algum desfecho no próximo dia 3 de junho, quando acontece o julgamento dos 54 indiciados, entre empresários, agentes públicos e políticos, pelo Tribunal Regional Federal, da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre.
Os envolvidos são acusados por uma série de crimes contra o ambiente e o patrimônio, como formação de quadrilha; falsidade ideológica e corrupção passiva.
Advogado Péricles Prade continua alegando a não participação em qualquer atividade ilegal de seus clientes, o ex-vereador Marcílio Ávila (PMDB) e do prefeito Dário Berger (PMDB), dois dos indiciados. Entre as questões em análise estará o fato de parte do processo ter sido enviado (desmembrado) ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina, conforme manifestação do Ministério Público Federal.
O escândalo foi deflagrado no dia 29 de abril de 2007, quando a delegada Julia Vergara pediu a prisão temporária de 22 suspeitos de participar de um esquema de compra e venda de licenças ambientais. A maioria das prisões foi feita no dia 3 de maio daquele ano. Dias depois, eram conhecidos os 54 nomes.
Na esteira da operação, a Câmara da Capital cassou os vereadores Marcílio Ávila e Juarez Silveira, considerado o líder do esquema.
Trump, tarifas e descontos.
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A América existia antes de Trump e, apesar das previsões dos detratores
mais transtornados e das ofensivas insinuações do próprio sobre um terceiro
manda...
Há uma hora
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