O projeto de lei que cria o salário mínimo regional do estado, enviado em regime de urgência à Assembléia Legislativa, não foi bem digerido pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc). Ontem, o dia foi marcado pela entrega de mais de 50 mil assinaturas de apoio à aprovação da matéria e pelo envio, por parte da Fiesc, de uma carta pedindo a rejeição da proposta aos deputados.
A entidade alegou que o PL não prestigia as relações trabalhistas e que as categorias já teriam instrumentos coletivos em vigor.
Sem consenso entre os líderes das bancadas governistas, o projeto acabou não entrando no pacote previsto para ser votado hoje, antes do recesso. A Fiesc também argumenta que o aumento pode gerar desemprego.
Quando a democracia está realmente em perigo
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O risco de fobias como a que a classe política francesa tentou criar contra
Le Pen é parecer que vale tudo para abater o “inimigo”. É quando a
democracia...
Há uma hora
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