Pode estar próxima uma solução para colocar em funcionamento e definir a forma de gestão do novo hospital municipal de Balneário Camboriú, o Dona Ruth Cardoso, onde foram investidos R$ 27 milhões numa parceria entre governo do estado, município e a Organização Mundial da Família (WFO). Com instalações prontas a cerca de oito meses, desde o final do ano passado, o hospital esta fechado e os equipamentos correm risco de deterioração porque há impasse no governo municipal sobre a forma de gestão e custeio das despesas.
A sugestão para o caso foi apresentada nesta quinta-feira, 16, pelo vice-governador Leonel Pavan e pelo secretário de Estado da Saúde, Luis Eduardo – Dado Cherem, que reuniram no Centro Administrativo do governo, os vereadores de Balneário Camboriú e a direção do Instituto das Pequenas Missionárias Maria Imaculada. A entidade, que existe há 77 anos, administra o hospital Marieta Konder, de Itajaí, desde 1985 e outros seis pelo Brasil, mostrou interesse em assumir a gestão do novo hospital de Balneário Camboriú desde que haja consenso com a administração municipal.
Trump, tarifas e descontos.
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A América existia antes de Trump e, apesar das previsões dos detratores
mais transtornados e das ofensivas insinuações do próprio sobre um terceiro
manda...
Há 4 horas
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