A grande questão do nosso “tempo”
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E anestesiados andamos, à mercê de ventos e tempestades, incêndios e
epidemias, alarmes falsos e autênticos, “planos” e “apoios”, corruptos e
corruptelas...
Há 9 minutos

Hmmmm, pensei que tinhas abandonado o blog....
ResponderExcluirabraços
Arthur