O que os olhos não vêm o coração não sente. A frase pode ser clichê, mas diz muito quando o assunto é desmatamento. Na Capital, o clichê é praticamente praxe. No morro do Lampião, Rio Tavares, com entrada pela Rua Pau de Canela, abriram uma estrada até o topo. O fato é que o local é APP (Área de Preservação Permanente) como o Morro do Gravatá, alvo de especulação imobiliária atualmente e que movimentou centenas de ambientalistas (e políticos) a seu favor em 2008.
Infelizmente, o Lampião ainda não chamou a atenção. Talvez porque não renda tanta visibilidade. Vale lembrar, e alertar, que áreas ao lado da estrada já foram desmatadas e pit bulls colocados para fazer guarda. Não preciso dizer mais nada, não é?
Convido os envolvidos, direta ou indiretamente, a se manifestar!
A grande questão do nosso “tempo”
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E anestesiados andamos, à mercê de ventos e tempestades, incêndios e
epidemias, alarmes falsos e autênticos, “planos” e “apoios”, corruptos e
corruptelas...
Há uma hora

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