Já há certa unanimidade entre os vereadores que dos 12 projetos enviados por Dário Berger (PMDB) na última sexta-feira, dia 9, devem ser apreciados e votados apenas o da reforma administrativa e o que cria o instituto de previdência do município. Nenhum outro a mais. É que quase todos eles demandam a realização de pelo menos duas audiências públicas. Não vai dar tempo, até o dia 31, fim do prazo da convocação extraordinária. Berger vai ter de esperar até fevereiro, quando a Casa volta ao trabalho e cria as comissões regimentares.
O mergulho do STF no descrédito
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Um tribunal que se move por cálculo político ou blindagem de seus ministros
não tem como ser respeitado como o árbitro da vida institucional do País. E
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Há 3 dias

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