Antes de ser diplomado, fazia cerca de cinco anos que o vereador da Capital, Marcos Aurélio Espindola (Badeko), PPS, não usava terno. Nos primeiros encontros com os colegas, manteve o estilo costumeiro com tênis, camiseta e boné. Agora, parece ter se rendido ao traje, que é obrigatório na Legislatura. "Minha mulher falou que eu fico mais bonito", garantiu ele, que na primeira sessão extraordinária da Câmara optou pelo silêncio. Não quis arriscar opinião em uma noite tensa. Ele integra a mesa diretora como segundo secretário. Foto: Eduardo Cavalcanti/Notícias do Dia
Recordando Edgar Morin
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O humano não se reduz ao natural. Foi esta a grande lição de E. Morin. O
paradigma cientista é que julgou que sim. Luiz Cabral de Moncada para o
Observad...
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