No lançamento da 5ª Marifest, quarta-feira, na Enseada de Brito, foi a ostra que roubou a cena. Entre os comes e bebes, praticamente não tinha marisco, que, no máximo, serviu de enfeite. Será mais um caso de preconceito em festas de contorno açoriano? Depois da maricota, agora, o pobre marisco. Há discriminação até no mundo dos moluscos.
A organização da Marifest poderia ter caprichado nos pratos a base de marisco durante o lançamento. Nem parece que Palhoça responde por 50% da produção nacional. São 183 maricultores que produzem seis mil toneladas por ano de marisco (mexilhão) e dois milhões de ostras anuais.