No lançamento da 5ª Marifest, quarta-feira, na Enseada de Brito, foi a ostra que roubou a cena. Entre os comes e bebes, praticamente não tinha marisco, que, no máximo, serviu de enfeite. Será mais um caso de preconceito em festas de contorno açoriano? Depois da maricota, agora, o pobre marisco. Há discriminação até no mundo dos moluscos.
A organização da Marifest poderia ter caprichado nos pratos a base de marisco durante o lançamento. Nem parece que Palhoça responde por 50% da produção nacional. São 183 maricultores que produzem seis mil toneladas por ano de marisco (mexilhão) e dois milhões de ostras anuais.
Leão XIV: um mar de gente para mudar a História
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Há 45 minutos


Não concordo contigo Marcelo, eu estive presente, e todos os salgadinhos que comi eram de marisco, acho que dois eram de camarão, as ostras foram servidas por ultimo, gratinadas, das quais eu nem provei, pq cá pra nós, não consegui ainda comer ostra gratinada melhor que a minha rsrsrsrs.
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